segunda-feira, 22 de novembro de 2010

É NOSSO DEVER LUTAR !

CONTRA

Contra o roubo nos salários.

Contra o roubo na nossa capacidade de gerirmos o tempo. Qual o meu horário, quando termina e acaba o trabalho para a escola? Há ou não limites?

Contra o fascismo que se instalou nas escolas.

Contra o medo.

Contra a submissão e a bufaria.

Contra um modelo de avaliação fascizante que serve apenas para reforçar os poderes tiranizantes dos capatazes de Sócrates.

Contra o congelamento dos salários.

Contra o actual estatuto da carreira docente.

Contra a redução em 803 milhões de euros das verbas para a educação.

Contra as palhaçadas ditas de certificação em PTes e outras invenções de propaganda socrática - por formação a sério.
Contra as desculpas, todas as desculpas inventadas e por inventar: FAÇO GREVE!

E

Por uma Escola Pública Democrática.

Pelo uso democrático das novas tecnologias é preciso utilizá-las para libertar e não para exigir mais e mais trabalho nos locais de trabalho.

Por um modelo de gestão democrático que restitua a verdadeira participação dos professores na vida da escola.

Pela redução do horário de trabalho.

Por uma greve geral vitoriosa

PELA DERROTA DO GOVERNO.

Por isto e por muito mais, É NOSSO DEVER LUTAR!

Pelo FUTURO! (Está na ordem do dia as 22horas na íntegra da componente lectiva, afinal, tão só, uma pequena parte do intensificar do ataque à dignidade docente).

Por isso, FAÇO GREVE!

PS

De novo as desculpas…

Estranho, estranho mesmo, que nas actuais circunstâncias se fale em não adesão à greve, como é possível… uma boa desculpa sabe sempre bem, mas a servidão mata, a dignidade não têm desculpas: EXIGE-SE!

É NOSSO DEVER LUTAR!

“ Ergue-te e ergue-te novamente: Até que os cordeiros se tornem leões.”

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Parecer do Dr. Garcia Pereira


Parecer do Dr. Garcia Pereira

Um grupo de professores ligado ao blogue “A Educação do meu umbigo” pediu ao Advogado e professor universitário Garcia Pereira um parecer sobre a constitucionalidade ou não dos cortes nos salários da função pública.

Depois de lermos o parecer só nos resta uma solução: recorrer aos serviços jurídicos dos sindicatos e levar a tribunal este governo de metralhas. Por mim, não perderei tempo algum, assim que se efectivar o corte, no dia seguinte, lá estarei em local próprio para accionar o respectivo processo. E, já agora , Pergunto:

Pode continuar a (des) governar-nos um grupo de facínoras que não cumpre as leis do Estado de Direito?

Pode continuar a decidir sobre a educação um senhor que tira um curso sem estudar? Que sabe ele de ensino, que sabe ele de educação, que sabe ele de avaliação? Pode este sujeito falar destas coisas? Pode, claro que pode. E sabe do que fala? Claro que Não! Claro que Não!

Por isso, dia 24 de Novembro, vamos mostrar-lhes mais uma vez o nosso descontentamento, vamos dizer-lhes que chega de roubar quem trabalha.

Texto Integral - CLICA AQUI !

Juízes reconhecem inconstitucionalidade dos cortes. CLICA AQUI !


sábado, 6 de novembro de 2010

Sócrates para a rua !

SÓCRATES PARA A RUA ! A DÍVIDA é do Pinto de Sousa e dos AMIGOS. Eles que a paguem.

Os trabalhadores da Função pública ficam sem salário, mas os amigos do PS e do governo continuam a engordar. Só fazem isto porque deixamos.



sábado, 16 de outubro de 2010

Cartas de um professor.

Enviadas por um colega, recebi duas das melhores cartas que li nos últimos tempos, foram escritas pelo professor Pedro Albergaria Leite Pacheco da Escola Secundária Antero de Quental, nos Açores. Duas cartas a ler com muita atenção e para meditar seriamente. Numa delas questiona:

“Como foi possível tantos judeus embarcarem nos vagões e pagarem aos caminhos de ferro a sua viagem para a morte. É que a vida nos guetos era insuportável. Tudo parecia melhor do que permanecer onde estavam! Este ludíbrio foi bem pago por quem o abraçou.

A Dra. Maria de Lurdes Rodrigues promoveu o gueto insuportável.

A Dra. Isabel Alçada promove agora a viagem de comboio.”

Como foi possível tamanha domesticação em tão pouco tempo, pergunto eu?

E será que ajudaremos ao equívoco ou a nossa missão é outra?!

Ler cartas ( CLICA AQUI !)


sábado, 9 de outubro de 2010

O PROVOCADOR


Até quando ?

" O povo tem que sofrer as crises como o governo as sofre"

Almeida Santos, Presidente do PS, a propósito do PREC III

Lembram-se do deputado que dizia, “que era preciso remunerar melhor os detentores de cargos públicos”, a começar pelos senhores deputados, pois a personagem é a mesma. De “pobrezinho” passou a provocador. Inspirada em Fernando Pessoa, eis a minha resposta a este e todos os responsáveis pela crise.

Até quando ?


O senhor Almeida

é um provocador

provoca tão indecentemente

que até faz dor.


O senhor Santos

Não tem prantos

A dor dos outros achincalha

E provoca tão indecorosamente

Que até parece dor de canalha.


Nas calhas da irracional dor

duma crise burguesa,

O povo com razão

diz ao Almeida:

O Governo se sofre,

Vá-se embora!

A todo o vapor!

Largue o poder.

E presta-nos um grande favor.

A crise pague-a

quem sem pudor

sem vergonha

chafurdou

mamou

engordou

na gamela do poder.


E o governo sofre

Com a crise.

Aí sofre…

A dor do governo

É dor fingida

É a dor dos Almeidas.

A dor verdadeira,

A sentida,

Está no povo

Que diz ao governo dos almeidas:

Vai-te embora!


Já não há vergonha

na fingida dor

dos responsáveis pela verdadeira dor.

O seu fingimento é provocação

O seu fingimento é barriga cheia

O seu fingimento é corrupção

O seu fingimento é uma poderosa teia

O seu fingimento é humilhação

da dor sentida,

verdadeira, a do povo,

que sofre sem razão.


O seu fingimento é provocação,

Oh, até quando abusarão

Da nossa paciência.

Até quando?

Até quando?

Até quando, aguentará a dor real?

E, quando se transformará

Em raiva,

Em consciência,

Em revolta,

Duma razão sem dor,

toda a força da razão

que calará o provocador.


sábado, 2 de outubro de 2010

As memórias secretas da Rainha Dona Amélia

Mais um livro de Miguel Real .

Neste manuscrito, o autor ficciona a vida da Rainha D. Amélia em doze pequenos capítulos, equivalente a um por cada mês do ano, organizados em quatro grandes partes, seguindo o ritmo das estações do ano, da Primavera, na infância, ao Inverno triste da sua velhice.
Um documento pungente, doloroso e comovente, fortemente crítico de Portugal e dos Portugueses, permanentemente iludidos pelas artimanhas de elites ineptas e ignorantes.

Brincar com coisas sérias

"Brincar Com Coisas Sérias" é um livro que se torna num jogo e que proporciona momentos divertidos e de grande cumplicidade. Ao acabar uma história há várias perguntas e uma escolha; e outra história, e mais perguntas e escolhas, e no final… está preparado para o que vai ouvir?

Um livro para todos: pais e filhos, família e amigos, professores e alunos. Brincar com Coisas Sérias é um livro a pensar em si e nos outros. Junte os amigos ou a família, encontre-se consigo mesmo, leia a primeira história e faça a primeira pergunta. Depois, deixe-se surpreender pelo resultado final. Está disposto a arriscar?

Texto conforme portal da FNAC

Intervenção de Adelaide de Sousa no Lançamento do livro :